Causando na Rua - 1ª Temporada
(Tangerina Entretenimento)
2016 | Brasil | 13 episódios
Nacional HD
Documentários
Causando na Rua é uma série documental de 13 episódios de 26 minutos. Cada episódio da série acompanha um grupo, duo ou coletivo que vê na rua o espaço para arte, criatividade e comunicação. Estas ações são definidas como “ativismo artístico”. Cada episódio traz uma reflexão sobre as diversas formas de resinificação do espaço público através do registro de propostas lúdicas e socialmente responsáveis. Os documentários foram filmados na cidade de São Paulo e nos municípios de Santo André e Osasco, região metropolitana.
Estrelando:
Não Disponível
Direção:
Maria Farkas | Tata Amaral
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Ep. 01 - Viajou Sem Passaporte, 3NÓS3 e TUPINÃODÁ Causando na Rua desde 1979 (25 min)
O episódio de abertura da série conta a história e a atuação dos coletivos que deram origem ao artivismo praticado no espaço público da cidade de São Paulo, com a participação dos coletivos Viajou sem Passaporte, 3NÓS3 e TUPINÃODÁ. O episódio estabelece relação entre democracia e ocupação criativa das ruas. A ação se passa na Praça da Sé e Praça Ramos de Azevedo, ambas no centro da cidade, e Vila Madalena, zona oeste.
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Ep. 02 - Expedição pela bacia do Rio Saracura por Iniciativa Rios e Ruas (25 min)
A iniciativa Rios e Ruas faz um passeio pela bacia do Rio Saracura em São Paulo, desde o MASP, por onde passa o rio, até sua nascente. A expedição busca encontrar vestígios de rios canalizados na cidade e tem como lema desenterrar os rios da consciência das pessoas. Para isto, se utilizam de expedientes criativos como pintar as nascentes e trajetos de rios submersos. No passeio, temas como a revitalização destes rios e a abertura deles é discutida com os participantes do passeio e convidados. A ação se passa no bairro da Bela Vista, um dos mais antigos bairros da região central de São Paulo, e a origem do grupo é na Vila Indiana, zona oeste da cidade.
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Ep. 03 - Quadro Negro por OPNI (26 min)
Conhecidos por sua ação “Quadro Negro” – que busca trazer à luz personagens negros importantes para a história do Brasil – grupo OPNI faz uma pintura especial para nossa série que retrata Luiz Gama, advogado que libertou mais de 500 escravos no Brasil. A ação acontece em frente à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, no largo São Francisco, onde Luiz Gama foi impedido de estudar por ser negro. Hoje ele foi reconhecido e recebeu o título de advogado, 140 anos após sua morte. A ação se passa no Largo São Francisco, região central, e a origem do duo é em São Mateus, zona leste da cidade.
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Ep. 04 - Ocupação Leila Khaled por Paulestinos (25 min)
O duo de artistas visuais “Paulestinos”, através de seus lambe-lambes promove o sincretismo de culturas. Neste episódio, cobre a fachada da ocupação Leila Khaled, de maioria de refugiados sírios e palestinos, para abrir uma discussão sobre a imigração. O imigrante, o que é? A ação se passa na Liberdade, antigo bairro da região central, e a origem do grupo é na Vila Anglo Brasileira, zona oeste da cidade.
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Ep. 05 - Tapete Manifesto por Galeria Gruta (25 min)
Através da tradição brasileira do tapete de devoção, feito para o andor com o Cristo passar durante a Semana Santa, o coletivo Galeria Gruta cria o “Tapete Manifesto” para discutir outra tradição brasileira: o assassinato de mulheres. A ação se passa no Viaduto do Chá, região central e a origem do grupo é no Butantã, zona oeste da cidade.
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Ep. 06 - Festival Disco Xepa por Slow Food ComoComo (25 min)
O grupo Slow Food ComoComo, traz o “Festival Disco Xepa”, ação internacional que, em feiras livres, cria banquetes gratuitos com alimentos descartados pela sua aparência nas feiras livres, para mostrar o alto nível de desperdício alimentar nas cidades. A ação se passa em Santa Cecília, região central e a origem do grupo é na Vila Anglo Brasileira, zona oeste da cidade.
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Ep. 07 - Não pise nos mortos (25 min)
Casadalapa é um grupo de artistas paulistas que traz a performance "Não Pise nos Mortos", onde os desenhos dos corpos delineados no chão revelam o desinteresse da população e criam a discussão dos assassinatos cometidos policiais contra jovens, principalmente de origem negra e pobre. A ação acontece em Vila Nova Cachoeirinha, zona norte de São Paulo, e Osasco, uma pequena cidade a oeste de São Paulo, sua origem é a Lapa, zona oeste da cidade de São Paulo.
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Ep. 08 - Outras Portas, Outras Pontes por Sansacroma (25 min)
A companhia de dança Sansacroma, do Capão Redondo, extremo sul de São Paulo traz o espetáculo “Outras Portas, Outras Pontes”, encenado no Terminal Parque Dom Pedro II, lugar de enorme entruncamento de transporte, no centro de São Paulo. O espetáculo traz a arte da dança para os locais e para as pessoas que normalmente não têm acesso fácil à cultura. O tema do espetáculo é o racismo cordial. A ação se passa no Parque Dom Pedro, distrito da Sé, região central de São Paulo e a origem do grupo é no Capão Redondo, extremo sul da cidade.
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Ep. 09 - Dpósito por Coletive Friccional (25 min)
Com a performance “Dpósito”, Coletive Friccional, um grupo de teatro de Santo André, traz para o centro de São Paulo a discussão sobre a homofobia e a transfobia aos pés da Catedral da Sé. Um dos primeiros trabalhos de Linn da Quebrada. A ação se passa na Praça da Sé, centro da cidade, e a origem do grupo é em Santo André, município a leste da região metropolitana de São Paulo.
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Ep. 10 - Cartografia Afetiva do Quadrilátero do Pecado por Companhia Pessoal do Faroeste e O Zona (25 min)
Na performance “Cartografia Afetiva do Quadrilátero do Pecado”, a Companhia Pessoal do Faroeste e o Coletivo Ozona recriam os laços afetivos entre os cidadãos e a região em que moram no centro de São Paulo. Conhecida como “Boca do Lixo” e “quadrilátero do pecado”, os bairros de Santa Ifigênia e Luz abrigam moradores tradicionais e equipamentos culturais de elite como a Sala São Paulo, Pinacoteca do Estado, dentre outros. A ação se contrapõe à ideia de revitalização e reconhece que mesmo em bairros “degradados”, existe vida. É preciso reconhece-la. A ação se passa no Largo General Osório, divisa entre os bairros de Santa Ifigênia e Luz, e a origem do grupo é em Santa Ifigênia, região central da cidade.
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Ep. 11 - Pretas Falam por Pretas Peri (25 min)
No extremo leste de São Paulo, o trio Pretas Peri se reúne no Jardim Miriam para um sarau recheado de cultura afro-brasileira e debates sobre o machismo e o racismo. O grupo afirma a necessidade de descentralização da produção cultural. O episódio reconhece que existe uma dívida histórica das cidades com suas periferias. A ação se passa no Jardim Miriam e a origem do grupo é no Jardim Camargo, ambos em Itaim Paulista, extremos leste da cidade.
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Ep. 12 - RAP Guarani Mbya por Aldeia Tenondé Porã (25 min)
A luta pela demarcação das terra indígenas no Brasil é evidenciada através das músicas do grupo “RAP Guarani Mbya”, originário da Aldeia Tenondé Porã em Parelheiros, extremo sul de São Paulo. Reconhecendo a impotância das culturas originais, em 05 de maio de 2016, o Governo Federal assinou a portaria declaratória de demarcação da terra indígena Tenondé Porã. 15.969 hectares de área reconhecidas e seis aldeias Guarani Mbya beneficiadas. Tenondé Porã é a segunda terra indígena demarcada no município de São Paulo. A primeira foi a Terra do Jaraguá, em Junho de 2015. A performance do grupo é realizada no Pateo do Collegio, sítio arqueológico onde foi levantada a primeira construção da atual cidade de São Paulo e onde a Companhia de Jesus, estabeleceu um núcleo para fins de catequização de indígenas no Planalto.
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Ep. 13 - Trajetos Urbano encontra Inclusão e Resgate por Raphael Escobar e Love CT (25 min)
O artista visual Raphael Escobar, com a performance “Trajetos Urbanos”, anda de skate pela cidade e pinta o chão com o dispositivo para mostrar os trajetos do skatista. Encontra-se com a ação “Inclusão e Resgate”, do grupo Love CT (skatistas, moradores de Cidade Tiradentes) que ensina skate como esporte e estilo de vida para crianças aos finais de semana. Discutem as possibilidades do skate não apenas como um esporte mas como uma atitude de ocupação do espaço público pelos jovens. A ação se passa em Cidade Tiradentes, zona leste, o trajeto foi realizado a partir do bairro Alto do Ipiranga, região sudeste da cidade.
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